A PresMark Publishing Co. se orgulha de anunciar
"Como Deixar de Fumar
Sem Força de Vontade ou Sofrimento"
na versão livro eletrônico (eBook)
em língua portuguesa
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Olá, eu sou Mark Whalen. Essa é a
história de meu livro best-seller "Como Deixar de Fumar Sem Força de Vontade
ou Sofrimento".
Em 1970, ouvi na rádio que Joe Pyne havia morrido de câncer do
pulmão. Joe havia sido um herói da Segunda Guerra Mundial e perdera uma perna na Guerra
da Coréia. Era meu apresentador de talk shows predileto.
Foi essa a primeira vez que pensei que devia deixar de fumar e
foi por essa altura que fiz minha primeira tentativa de deixar de fumar através da força de
vontade. Tinha cerca de 25 anos e fumava desde os 13... talvez um maço por dia em média
desde os dezesseis anos. |
Me lembro do esforço que fiz ter durado o resto desse dia mas não mais
do que isso.
Tentei outra vez cerca de dois anos depois, mas quando fui a meu bar
predileto jogar sinuca com os amigos, tive sérios problemas em pensar em outra coisa a não
ser nos cigarros que estavam sendo fumados à minha volta. Então, fiz um pacto comigo mesmo: só
fumaria enquanto estivesse jogando sinuca e bebendo chopp com os amigos.
Menos de uma semana depois, já fumava o segundo cigarro aceso
com a ponta do primeiro; pior do que isso, me apercebi também de que, em vez de ir ao bar duas ou
três vezes por semana como fazia habitualmente, havia lá estado todos os dias desde que tinha
feito o tal pacto comigo mesmo. Fui para casa e continuei fumando.
O terceiro esforço durou apenas mais um dia. Concluí que não conseguia
deixar de fumar usando simplesmente força de vontade. Minha mulher se recusava a deixar de
fumar. Vê-la fumando perto de mim me deixava louco. No fim do dia, com sua recusa em sequer tentar,
me juntei a ela e fumei novamente.
Em 1973, me tornei hipnotizador de espectáculo em clubes noturnos e
aderi ao Instituto de Motivação por Hipnose (Hypnosis Motivation Institute) em Los Angeles,
como hipnoterapeuta. Fui certificado como Mestre Hipnotista, me tornei membro da Associação
Americana de Hipnose (American Hypnosis Association) e do sindicato. Me especializei em
ajudar pessoas a deixar de fumar mas eu próprio ainda fumava, tal como muitas outras pessoas de
minha equipa.
O que estava mal nessa situação?
Toda minha vida, desde minhas memórias mais antigas, como quando fiz
o primeiro e o segundo ano da escola num ano apenas, me disseram que eu tinha um QI alto. É suposto que
eu seja "esperto". Essa característica foi mais um fardo ao longo de minha vida do que uma dádiva
ou um dom. Mais de cinqüenta anos passados desde minha estréia nos palcos, ser esperto nunca
significou mais qualidade de vida ou riqueza. Certamente que não contribuiu para minha
estabilidade emocional ou felicidade pessoal. Como suspirava Snoopy, personagem fantástica do
falecido Charles Schultz, olhando para o céu do topo de sua casa, "O maior fardo que se carrega
na vida é ter um grande potencial".
Claro que ao fim de uns anos compreendi perfeitamente que ser realmente
esperto significa ser completamente feliz fazendo aquilo que gostamos, sendo compensados
monetariamente de forma justa por esse prazer. Não tem nada a ver com a forma perfeita
ou rápida com que se faz um teste numa folha de papel. De outra forma, não acha que os campeões dos
concursos e programas de perguntas a crianças seriam todos multi-milionários felicíssimos?
Nessa altura, você deve estar se perguntando: "O que tem isso a ver com deixar
de fumar?"
Em 1974, enquanto pensava em minha vida e o que iria fazer, uma vez que
estava solteiro de novo, me ocorreu este pensamento:
Se sou esperto, não deveria conseguir arranjar um jeito de deixar
de fumar sem ter que usar força de vontade? Um jeito simples e fácil?
Nesses tempos não havia Zyban, Wellbutrin, adesivos de nicotina,
chicletes Nicorette, nem sequer havia muita consciência pública acerca dos malefícios do tabaco.
As pessoas que lutavam para deixar de fumar eram freqüentemente a chacota de piadas na televisão
(agora que penso nisso, ainda hoje são).
Nos anos seguintes, pensava cada vez mais em meu vício/hábito. Pegando no
que sabia de hipnose, no que tinha aprendido sobre comportamentos humanos do ponto de vista clínico
e observando meu próprio comportamento relativamente a fumar, comecei me apercebendo dos
comportamentos que adotava quando fumava. Eu sabia que não podia me negar um cigarro quando tinha
aquela vontade de fumar.
Acreditava que, independentemente da força com que tinha tentado ou quanto
tempo havia ficado sem fumar, eventualmente eu começaria fumando de novo, portanto tinha que
encontrar uma forma de não querer fumar. Não apenas saber que fumar é errado mas senti-lo
em meu corpo também.
Queria reverter o desejo, transformar a vontade de fumar em vontade de
não fumar. Queria e necessitava encontrar um jeito de não me preocupar mais com os cigarros e
o fumo. Nunca mais pensar que inalar fumo para dentro de meus pulmões a partir de um cigarro era
atrativo de alguma forma.
Sabia, por minha experiência de hipnoterapeuta clínico, que compelir
alguém a adotar determinado comportamento não muda essa pessoa por dentro. Eventualmente, a
pessoa reverterá para seu comportamento habitual. Tudo o que esse tipo de sugestão hipnótica
faz é levar a pessoa a construir um novo hábito de negar o velho hábito. Duas forças subconscientes,
internas, em oposição. Isso tende a tornar as pessoas tensas. A maior parte delas começa
substituindo essa tensão por comida, roer as unhas, etc.
Sabia que tinha de "mexer" em meu hábito, perturbá-lo, interrompê-lo,
enganá-lo. Tinha que me colocar numa posição em que simplesmente não quisesse mais fumar, não por saber
que fumar é mau mas por não ter mais desejo de fumar.
Em 2 de Janeiro de 1979, cerca das 10 da noite, num bar em Reseda
(Califórnia), depois de não ter tido desejo de fumar durante um mês ou mais, peguei um cigarro e
dei dois tragos. Comecei tossindo e fiquei enjoado, da mesma forma que quando fumei meu
primeiro cigarro, com apenas 10 anos de idade.
Olhei para o cigarro e me apercebi de que HAVIA CONSEGUIDO!
Depois de quase duas décadas de vida com o cigarro, eu não queria aquele cigarro e nunca mais
quis nenhum a partir desse momento. Eu não era mais um fumante!
Fiz isso sem usar força de vontade, sem sacrifícios, adesivos,
chicletes, pílulas, injeções, vitaminas, ervas ou qualquer outro dispositivo. Apenas me
apercebi de como era o caminho. Eu desaprendi a fumar.
Nunca disse a ninguém como havia conseguido. Não fazia mais
hipnoterapia mas não tentei manter meu método secreto. Simplesmente nunca ninguém me perguntou
e eu nunca me ofereci para divulgá-lo. Se sei algo acerca dos fumantes é que não querem
conselhos de não-fumantes, a não ser que lhes seja pedido que o façam. Mesmo nessas situações, os
fumantes raramente ouvem.
Em 1996, minha filha admitiu que fumava há cerca de vinte anos, estando
desesperadamente tentando deixar. Lhe disse que ia escrever um texto para ela, explicando como
eu tinha feito, para que ela pudesse também deixar de fumar dessa forma.
Todas as noites, depois do trabalho e antes do jantar, me sentava junto ao
computador e trabalhava nessa carta para ela sobre como deixar de fumar. Ao fim de talvez uma semana
fazendo isso, minha esposa me perguntou: "O que você está fazendo, escrevendo um livro?"
Me apercebi de que era exatamente isso o que eu estava fazendo. Terminei o
livro, o dividi em capítulos, desenhei uma capa simples e o mandei encadernar na Kinko. Fiz uma
série de cópias.
Enviei o livro a minha filha, ela o leu e deixou de fumar.
Mostrei o livro a um amigo, um ex-fumante que considero ser muito inteligente
e uma pessoa com visão. Depois de lê-lo, se disponibilizou para ser meu sócio e criar a
PresMark Publishing Co. Insistiu para que eu abrisse um sítio na Internet e começasse partilhando essa
informação com o público.
Desde o Outono de 1996 é isso que fazemos. Se você quer
realmente deixar de vez e acha que fazê-lo sem método é tão difícil para si como foi para mim,
ou se as pílulas e adesivos não estão ajudando muito, compre meu livro. Leia e o use. Se não
houver uma redução grande no número de cigarros que fuma durante o primeiro mês, me envie um e-mail
dizendo que não teve sucesso e lhe devolverei imediatamente o dinheiro que pagou por ele. Se o
utilizar em sua totalidade, de forma consistente e estiver ainda fumando um ano depois, lhe devolverei
de igual modo seu dinheiro (Veja Garantia.)

Mark Whalen